9 de fevereiro de 2026
22 de outubro de 2021
Muitas atividades e ocorrências compõem o cotidiano de uma pessoa. Por isso, é importante exercitar o controle emocional para dar conta das questões que envolvem a própria educação, a carreira e a vida social. Na busca por esse equilíbrio, a autossabotagem pode se tornar uma grande inimiga.
Já ouviu falar dela? Trata-se de um mecanismo consciente ou inconsciente que gera pensamentos e atitudes danosas. Por ser um hábito comum do ser humano, ninguém está livre de enfrentá-lo em diferentes momentos, desde a infância até a velhice.
A vantagem é que, como outras práticas negativas, os comportamentos sabotadores podem ser amenizados com mudanças de hábitos. Continue a leitura para saber mais sobre o assunto!
É uma conduta pouco saudável que o indivíduo direciona a si mesmo. Ela consiste em criar obstáculos para não cumprir determinado processo, como fazer uma atividade física, entregar um trabalho da faculdade no prazo, começar um novo hobby, entre outras ações.
Sabotar os compromissos profissionais, os métodos de estudo e até programas de lazer pode ser prejudicial porque impede que a pessoa finalize as tarefas que considera importantes. Como resultado, ela vai se sentindo incapaz de produzir coisas boas e de avançar rumo aos seus objetivos.
A autossabotagem também acaba interferindo no modo como o indivíduo é visto pelos demais. Isso porque passa a reagir de modo inadequado a cada interação. Seus amigos, familiares e colegas podem, por exemplo, ter a impressão de que ele não respeita seus horários, vontades e opiniões.
Muitos atos podem ser considerados sabotadores, principalmente quando impedem alguém de seguir com o planejamento de uma atividade. Nessa hora, para fugir de uma responsabilidade ou evitar uma situação ruim, a pessoa começa a criar mecanismos de ataque e pensamentos agressivos.
Sensação de culpa, julgamento e imagem pessimista das coisas aparecem com frequência na rotina de quem se autossabota. Isso gera um bloqueio físico ou mental que impede a continuidade de inúmeros afazeres, causando angústia e insatisfação. Veja outros sintomas recorrentes:
É possível apresentar esse comportamento de várias maneiras. Algumas pessoas se tornam extremamente prestativas para se envolver com os problemas de terceiros e deixar as próprias obrigações de lado. Outras pensam demais no que precisam resolver e não conseguem colocar a mão na massa.
Independentemente do tipo, uma prática sabotadora sempre trará prejuízo em algum aspecto da vida. Veja as formas mais comuns.
Aparece naqueles grupos que acreditam serem 100% responsáveis por tudo o que acontece ao seu redor. Isso inclui cenários negativos que geram muito descontentamento. Com o tempo, a culpa acumulada pode levar a uma percepção irreal de si — a pessoa começa a crer que é ruim, fraca ou inadequada.
Nesse tipo de autossabotagem, o indivíduo cria uma espécie de aprisionamento involuntário, já que passa a exercer o papel de vítima em inúmeras situações. O objetivo é conseguir um olhar constante de pena ou cuidado por parte de terceiros, de modo que não precise provar nada ou conquistar algo relevante.
Deixa a pessoa em estado de inércia por conta da perda de motivação para trabalhar, estudar e se divertir. Trata-se de uma estratégia de defesa para não correr o risco de errar, perder oportunidades ou receber críticas. Nesses casos, levar uma vida monótona e com poucas mudanças representa o cenário perfeito.
Todo mundo já lidou com pensamentos sabotadores, por isso, não se preocupe se você se deparar com alguns ao longo da vida. O importante é não deixar que essas práticas nocivas sejam corriqueiras e alterem o seu modo de ver ou aproveitar as coisas.
Confira ações que ajudam a reduzir os episódios.
O primeiro passo é aprender a valorizar suas qualidades. Para isso, evite comparações com os outros, aceite suas falhas e busque aprender com cada erro. Também exercite o hábito de agradecer pelas suas conquistas, por menores que sejam. Isso vai deixar você mais confiante e sempre com vontade de melhorar.
Não é fácil encarar mudanças para cair em um ambiente desconhecido, mas essa atitude pode fazer muito bem em certas ocasiões — como a transição de carreira, estudo de uma área específica do conhecimento ou treino de uma nova modalidade esportiva. Faça o esforço de ir além quando desejar outro tipo de resultado.
A autossabotagem ganha espaço no excesso de ociosidade, por isso, invista em atividades que possam estimular a sua mente e o seu corpo de maneira saudável. Meditação, ioga e exercícios físicos são ótimos recursos para fortalecer seu emocional. O ideal é transformá-los em hábitos diários.
Quem já está em um estado mais complicado, em que os comportamentos negativos predominam, deve buscar apoio especializado. Os psicólogos são os profissionais mais recomendados para diagnosticar o problema e adequar a abordagem terapêutica ao perfil do indivíduo.
Em todo caso, é crucial que o paciente faça sua parte e saiba reconhecer os gatilhos que levam a condutas tóxicas. A prática do autoconhecimento favorece essa análise e deve ser experimentada por toda pessoa que deseja ter mais energia, melhorar a produtividade e viver plenamente.
Gostou de aprender sobre os principais tipos, sintomas e características da autossabotagem? Esperamos que o conteúdo tenha sanado as dúvidas mais comuns e possa gerar discussões proveitosas em seu círculo social. Lembre-se de que conscientizar pessoas sobre práticas nocivas é sempre benéfico.
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